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VIAGEM NA LUPA

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Salvador

Dez pontos com preço, horário e fonte conferidos em 29 de setembro de 2026 — e a regra que muda a conta de quem se organiza: sete museus municipais não cobram nada às quartas-feiras, e isso é permanente, não promoção.

O que já está apurado e o que ainda falta

Os dez pontos abaixo têm preço, horário e endereço verificados em fonte oficial ou na página do próprio ponto, com a data da consulta ao lado de cada número.

O que ainda não está aqui: visitação anual, distâncias a pé e a fotografia de um dos dez pontos. As imagens entram à medida que encontrarmos material com licença que permita uso comercial.

E há 8 ressalvas escritas ponto a ponto, marcadas em vermelho ao longo da página: onde a fonte não existe, onde duas fontes divergem e onde o preço muda conforme a data. Preferimos dez pontos certos a doze meio certos, e é por isso que esta página cresce por camada em vez de nascer inteira.

O Centro Histórico

O Pelourinho e o que desce até a Cidade Baixa — onde está o museu mais barato da lista, o mais famoso fechado para obra, e um elevador cuja tarifa nem a prefeitura publica direito.

01

Pelourinho e o Centro Histórico

Centro histórico
Grátis andar pelo conjunto; os museus cobram
Vista do alto do Largo do Pelourinho, em Salvador, com as fachadas coloridas dos dois lados da ladeira de pedra, as torres da igreja ao fundo e o mar no horizonte

MTur Destinos · domínio público · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Não existe bilhete para o Pelourinho. É bairro, é rua pública, e o conjunto arquitetônico se vê andando, a qualquer hora, sem pagar nada.
O que cobra são os equipamentos dentro dele — Casa do Carnaval, os espaços do Forte, as igrejas com visitação. Cada um tem a sua ficha nesta página.
O Centro Histórico de Salvador é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985, e é o maior conjunto de arquitetura colonial portuguesa das Américas.
Dias em que não funciona
A rua não fecha. Os equipamentos dentro dela têm horário próprio, e a maioria dos museus municipais fecha às segundas-feiras — ponto que vale para quase toda esta ficha.
O Pelourinho tem vida noturna concentrada nas terças, com a programação de rua que o bairro mantém há décadas. É o dia em que o conjunto está mais cheio e mais tocado, e o dia em que menos museu está aberto.
Pontos de referência
O Terreiro de Jesus e o Largo do Pelourinho são as duas praças que organizam tudo. A Igreja e Convento de São Francisco fica no Terreiro de Jesus — e está fechada, veja a ficha abaixo. A Casa do Carnaval fica na Praça Ramos de Queirós. A ladeira que desce à Cidade Baixa termina no Elevador Lacerda.
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02

Igreja e Convento de São Francisco

Igreja — fechada para restauro
Fechada restauro, sem data de reabertura
A fachada da Igreja de São Francisco iluminada à noite, com a talha barroca em pedra e a cruz no alto do frontão

Paul R. Burley · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons

Dias em que não funciona
Nenhum, porque não funciona nenhum. A página oficial da prefeitura carimba a condição no próprio título do verbete: “Igreja e Convento de São Francisco – Ordem 1ª (FECHADA PARA RESTAURO)”. Fonte: Pelourinho Dia e Noite, portal da Prefeitura de Salvador, consultado em 29/set/2026.
Sem data de reabertura a página não publica previsão, e não encontramos uma em fonte oficial.
Isso importa mais do que parece: é o ponto mais vendido do Pelourinho, o da talha dourada, e continua listado como aberto em quase todo guia e em plataformas de passeio. Quem montar o dia em cima dele vai bater na porta.
Valor da entrada
Quando aberta, a visitação custava R$ 10. Fonte: mesma página da prefeitura.
Fontes divergem outras fontes registram R$ 5 para a visita simples e R$ 15 para o combinado de igreja mais convento. Como o monumento está fechado, nenhum desses valores é praticado hoje, e não há como conferir qual voltará a valer. Registramos os três e não escolhemos nenhum.
Nos horários de missa a entrada sempre foi gratuita, com a ressalva de que não se circula pelo claustro nem pela capela nesse período.
Pontos de referência
Fica no Terreiro de Jesus, no coração do Pelourinho, colada à Catedral Basílica e à Igreja da Ordem Terceira de São Francisco — que é outro prédio, com a fachada em pedra lavrada, e não é o mesmo monumento. A confusão entre as duas é comum e agora tem consequência prática: uma está fechada e a outra não é a que você viu na foto.
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03

Casa do Carnaval da Bahia

Museu
R$ 20 inteira; grátis às quartas
Valor da entrada
Fonte: Prefeitura de Salvador e portal Pelourinho Dia e Noite, consultados em 29/set/2026.
Inteira R$ 20. Meia R$ 10 para estudantes, residentes em Salvador e pessoas a partir de 60 anos. Criança de até 6 anos não paga.
E às quartas-feiras a entrada é gratuita para todo mundo — morador ou turista, sem restrição. É um dos sete equipamentos municipais com essa regra permanente.
Repare na meia de residente: ela explica por que a pessoa à sua frente na fila paga R$ 10 e você paga R$ 20. Não é erro nem privilégio escondido — é política municipal publicada.
Dias em que não funciona
Fecha às segundas-feiras. Abre de terça a domingo, das 9h às 17h, com última entrada às 16h.
A última entrada é uma hora antes do fechamento, e não meia hora — chegar às 16h30 não resolve.
Pontos de referência
Praça Ramos de Queirós, no Pelourinho. Tem terraço com vista para a Baía de Todos os Santos, que é a parte que menos aparece nas fotos e uma das melhores vistas gratuitas do conjunto — já incluída no bilhete.
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04

Elevador Lacerda

Elevador urbano
Grátis hoje; R$ 1,00 anunciado
A torre do Elevador Lacerda vista da Cidade Alta, com o relógio no topo e palmeiras ao lado da praça

Paul R. Burley · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Este é o ponto com a informação oficial mais bagunçada de Salvador, e vale ler antes de acreditar em qualquer tabela.
O que a prefeitura publica: tanto o portal de turismo (Pelourinho Dia e Noite) quanto a secretaria de Mobilidade informam R$ 0,15 por passageiro — a tarifa histórica. Consultados em 29/set/2026.
O que a imprensa apurou: o elevador ficou cerca de dez meses fechado para obra de mais de R$ 14 milhões, com as quatro cabines substituídas e novos sistemas de climatização e iluminação. Reabriu, e segue com acesso gratuito por tempo limitado para moradores e turistas. Quando a gratuidade acabar, a tarifa passa a R$ 1,00 — alta de cerca de 566% sobre os R$ 0,15.
Duas páginas oficiais desatualizadas as duas fontes da própria prefeitura seguem publicando a tarifa antiga e o horário antigo, sem uma palavra sobre a obra. Não é divergência entre um órgão e um blog: são dois órgãos municipais contra o que a própria prefeitura entregou.
Na prática, leve moeda mesmo assim. Se a gratuidade tiver acabado quando você for, R$ 1,00 resolve.
Dias em que não funciona
Não fecha nenhum dia da semana. E aqui o horário também diverge:
Secretaria de Mobilidade: das 6h às 22h.
Portal de turismo da prefeitura: segunda a sexta 6h30 às 21h30; sábado 7h às 21h30; domingo e feriado 7h às 21h.
Imprensa, após a reabertura: segunda a sexta 6h30 às 21h30; sábados, domingos e feriados 7h às 21h30.
As duas últimas quase batem; a da Mobilidade é a destoante. Se for no fim da noite, use 21h como limite seguro.
Pontos de referência
Liga a Praça Municipal (Cidade Alta), ao lado do Palácio Rio Branco, ao Mercado Modelo (Cidade Baixa), em 22 segundos e 72 metros de desnível. Transporta cerca de 6 mil pessoas por dia — é transporte público, não brinquedo turístico, e a fila do fim da tarde é de gente voltando do trabalho.
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05

Mercado Modelo

Mercado
Grátis entrar; o que se compra, não
O frontão do Mercado Modelo, com o nome gravado em letras altas na pedra clara e o brasão ao centro

Ben Tavener from Curitiba, Brazil · CC BY 2.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Entrar não custa nada. É mercado de artesanato, com lojas no térreo e no primeiro andar, e restaurantes com varanda para a baía.
Preços de comércio não apurados não levantamos valor de artesanato nem cardápio: são lojas privadas, sem tabela publicada, e variam demais para virar número nesta ficha.
O que vale saber antes: a negociação de preço é esperada e normal aqui, e o mesmo objeto costuma aparecer em várias lojas do próprio mercado.
Dias em que não funciona
Horário não confirmado em fonte oficial não localizamos página oficial do mercado com horário publicado durante esta apuração, e não vamos imprimir um horário que não conferimos. Confirme antes de ir — especialmente aos domingos.
Pontos de referência
Fica na Cidade Baixa, no pé do Elevador Lacerda — os dois se resolvem no mesmo deslocamento, e é o encaixe mais natural desta ficha. Dali saem os barcos da Baía de Todos os Santos, e o Forte de São Marcelo se vê da varanda, no meio da água.
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A Barra e a orla

O farol que é museu e a praia dentro da baía — um dos poucos pontos pagos de Salvador que não é da prefeitura, e por isso não entra na quarta gratuita.

06

Farol da Barra e Museu Náutico da Bahia

Farol e museu
R$ 20 inteira; não tem quarta grátis
O Farol da Barra ao pôr do sol, visto das pedras da orla, com o céu alaranjado sobre a Baía de Todos os Santos

Ruy Carvalho · CC BY-SA 3.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Fonte: Museu Náutico da Bahia, site oficial, consultado em 29/set/2026.
Inteira R$ 20. Meia R$ 10 para estudantes, professores e maiores de 60 anos.
Não pagam: menores de 7 anos, museólogos, arqueólogos, alunos de escola pública, militares, policiais civis e militares, e pessoas com deficiência mais um acompanhante.
Atenção a uma diferença que engana: este museu não é da prefeitura, e por isso não entra na quarta-feira gratuita. Custa os mesmos R$ 20 dos museus municipais, mas cobra os sete dias da semana. Quem montar a quarta achando que tudo é grátis vai pagar aqui.
Dias em que não funciona
Abre todos os dias, das 9h às 18h. É um dos poucos pontos pagos desta ficha sem dia de fechamento semanal — o que faz dele o plano B natural de uma segunda-feira, quando os museus municipais estão todos fechados.
Pontos de referência
Largo do Farol da Barra, dentro do Forte de Santo Antônio da Barra. A Praia do Porto da Barra fica a poucos minutos a pé, e o pôr do sol visto do farol é o cartão-postal mais reproduzido da cidade depois do Elevador.
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07

Praia do Porto da Barra

Praia
Grátis a areia; cadeira e guarda-sol, não
A Praia do Porto da Barra cheia, com guarda-sóis coloridos na areia e os prédios da orla ao fundo

Jofrigerio · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Praia é bem público e ninguém pode cobrar pela areia. Não há bilheteria, portão nem horário.
O que custa são cadeira, guarda-sol e o consumo nas barracas, que são concessões e comércio privado. Preços de barraca não apurados não há tabela publicada, e varia por barraca e por temporada.
Dias em que não funciona
Não fecha. A praia é de acesso livre 24 horas.
O que muda é a maré, e aqui isso importa de verdade: o Porto da Barra fica dentro da Baía de Todos os Santos, não no mar aberto. A água é calma e rasa — é a praia urbana mais protegida de Salvador, e por isso a mais cheia nos fins de semana.
Pontos de referência
Entre o Forte de Santa Maria e o Forte de São Diogo, na península da Barra. O Farol da Barra fica a poucos minutos a pé pela orla, e os dois se fazem no mesmo dia sem transporte.
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Bonfim, Rio Vermelho e o forte

Fora do centro: a igreja das fitinhas, a casa de Jorge Amado e os dois espaços de arte que se visitam com um bilhete só.

08

Basílica do Senhor do Bonfim

Igreja
Grátis a igreja; o museu dos ex-votos à parte
A Basílica do Senhor do Bonfim vista do largo, com as duas torres claras despontando acima das árvores

Elvis Boaventura · CC BY 3.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
A entrada na basílica é gratuita. É igreja em funcionamento, com missas, não equipamento turístico com bilheteria.
As fitinhas do Bonfim são vendidas por ambulantes no largo, e o preço é de rua — não há tabela, e não apuramos valor porque não existe fonte oficial para preço de ambulante.
Um aviso que evita constrangimento: amarrar a fita no gradil da igreja é costume consolidado, mas o local é santuário em uso religioso. A Sala dos Milagres, com os ex-votos, é espaço de fé antes de ser atração — vale entrar em silêncio.
Dias em que não funciona
Abre todos os dias, com horário que muda conforme o dia:
Segunda a quinta e sábado: das 6h30 às 18h.
Sexta e domingo: das 5h30 às 18h — abre uma hora mais cedo, porque sexta é o dia do Senhor do Bonfim e o movimento de fiéis é muito maior.
Se o seu objetivo é ver a igreja com calma, evite a sexta. Se é ver a devoção acontecendo, é justamente o dia.
Pontos de referência
Largo do Bonfim, na Península Itapagipana, longe do Centro Histórico — não é caminhada, é deslocamento. Nos fundos há um mirante para a Baía de Todos os Santos que quase ninguém inclui.
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09

Casa do Rio Vermelho — Jorge Amado e Zélia Gattai

Casa-museu
R$ 20 inteira; grátis às quartas
A fachada da Casa do Rio Vermelho, com a placa do memorial a Jorge Amado e Zélia Gattai sobre a entrada amarela

Turismo Bahia · CC BY-SA 2.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Fonte: Prefeitura de Salvador, consultada em 29/set/2026.
Inteira R$ 20, meia R$ 10 para estudantes, residentes em Salvador e maiores de 60 anos.
Gratuito às quartas-feiras, como os outros seis equipamentos municipais.
É a casa onde Jorge Amado e Zélia Gattai viveram por mais de cinquenta anos, e onde os dois estão enterrados, sob a mangueira do jardim. O acervo tem mais de 30 horas de vídeo e projeções.
Dias em que não funciona
Fecha às segundas-feiras. Abre de terça a domingo, das 9h às 17h, com última entrada às 16h — mesma grade da Casa do Carnaval.
Pontos de referência
Rua Alagoinhas, 33, no Rio Vermelho — bairro da vida noturna e dos bares, longe do Pelourinho. É o encaixe natural de um fim de tarde: fecha às 17h e o bairro começa logo depois.
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10

Espaço Pierre Verger e Espaço Carybé

Dois museus, um bilhete
R$ 20 um bilhete para os dois; grátis às quartas
A muralha branca do Forte de Santo Antônio Além do Carmo, com vegetação subindo pela pedra da rampa

Paul R. Burley · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons

Valor da entrada
Fonte: Prefeitura de Salvador, consultada em 29/set/2026.
Inteira R$ 20, meia R$ 10 para estudantes, residentes em Salvador e maiores de 60 anos. Gratuitos às quartas-feiras.
E aqui está a melhor relação desta ficha: um único bilhete dá acesso aos dois espaços, que ficam no mesmo forte. São dois museus pelo preço de um — e de graça na quarta.
O Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana guarda o trabalho do fotógrafo e etnólogo francês que documentou o candomblé e a relação entre a Bahia e a África. O Espaço Carybé de Artes reúne a obra do artista argentino-brasileiro que ilustrou Jorge Amado.
Dias em que não funciona
Horário não confirmado individualmente a lista da prefeitura não publica a grade de cada espaço. Os demais equipamentos municipais desta ficha abrem de terça a domingo, das 9h às 17h, e fecham segunda — o mais provável é que estes sigam o mesmo padrão, mas a fonte não diz isso, e por isso não afirmamos. Confirme antes de ir.
Pontos de referência
Os dois ficam no Forte de Santo Antônio Além do Carmo, no alto do Centro Histórico, a caminhada do Pelourinho. O forte tem vista aberta para a baía e para a Cidade Baixa.
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Onde conferimos os preços de Salvador

Cada valor desta página traz, no próprio campo, a fonte e a data em que foi consultado. Nenhum número aqui vem de agregador de viagem ou de guia de terceiro sem que isso esteja dito.

Onde duas fontes divergiram, as duas ficaram na página. Não escolhemos a mais conveniente nem tiramos média — quando o número não fecha, quem decide com a informação completa é você.

Preço em moeda estrangeira não foi convertido para real nesta camada. A conversão automática pela PTAX do Banco Central já existe em outras fichas do site e entra aqui quando a ficha de custos for publicada.

Hospedagem

É, junto com a passagem, o maior gasto da viagem, e não entra nos preços desta página — depende das suas datas. Passagem ainda não apurada este destino ainda não tem ficha de custos, e a busca de passagem do site sai de lá. Por enquanto, só a hospedagem.

Este link dá comissão ao site. Você paga o mesmo preço que pagaria indo direto, e a comissão não altera nenhum número do site. Como isso funciona.

Outros destinos

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