As ruínas têm duas bilheterias, e os guias só mostram uma. Chichén Itzá cobra MX$ 105 do INAH federal mais MX$ 592 do estado de Yucatán — quem orçou pela tarifa que circula vai levar um susto no portão. E Tulum praticamente dobrou de preço em 2026.
A taxa mais falada do Ceará está suspensa, e muito roteiro ainda a cobra. A concessão do Parque Nacional de Jericoacoara somaria R$ 50 aos R$ 41,50 da prefeitura, mas a Justiça Federal suspendeu a cobrança e o TRF-5 rejeitou o recurso duas vezes. Hoje são R$ 41,50.
Disney e Universal não têm preço — têm sistema. O mesmo ingresso de um dia custa US$ 119 ou US$ 209 conforme a data que você escolher, e 2026 é o primeiro ano em que passou de US$ 200. Aqui a data que importa não é a da nossa apuração.
Não existe um único dia da semana em que tudo esteja aberto. Segunda fecha o Pittamiglio e o MNAV, domingo fecha o Torres García e o Legislativo — e a feira de Tristán Narvaja só existe no domingo.
Os ascensores históricos estão parados, o Santa Justa incluído. Depois do acidente do Elevador da Glória, só o Funicular da Graça voltou — e a página oficial do metrô ainda lista os fechados como se funcionassem.
Três ícones estão com obra ou restrição agora. O Cristo opera a 50% da capacidade até maio de 2027, o palacete do Parque Lage só reabre em abril de 2027 e a Vista Chinesa não aceita carro no fim de semana entre 7h e 19h.
A excursão mais vendida da cidade tem três cobranças, e o anúncio mostra uma. A taxa do Parque Nacional e a de embarque se pagam em dinheiro, no porto.
Quase nada em Punta Cana tem tarifa oficial publicada. O ministério do ambiente não divulga preço de Los Haitises, e a mesma reserva aparece a US$ 15 e a US$ 50.
A Ponte Dom Luís I não é de Gustave Eiffel. É de Théophile Seyrig, que foi sócio dele na Ponte D. Maria — outra ponte, oito anos antes. Quem assina está escrito na ficha do Património Cultural.
A entrada paga na Plaza de España nunca existiu. Foi anunciada pelo prefeito em 2024 e não aparece em nenhuma ordenança fiscal de Sevilha, nem nas de 2026. A praça segue de acesso livre.
Desde 1º de janeiro de 2026 o Everglades cobra US$ 100 por pessoa de quem não mora nos Estados Unidos, e os oito dias de entrada gratuita do parque deixaram de valer para estrangeiro. Um casal de carro paga US$ 235, não os US$ 35 da tabela.
Sete museus municipais não cobram entrada às quartas-feiras, e é regra permanente da prefeitura, não promoção. O total de R$ 80 cai para R$ 20 — só o Farol da Barra continua cobrando, porque é o único que não é municipal.
A entrada gratuita do Palácio Real não é só para europeu: o texto oficial da Patrimonio Nacional inclui cidadão latino-americano com prova de nacionalidade. São € 18 por pessoa que quase todo guia faz o brasileiro pagar — e três janelas gratuitas encadeiam na mesma segunda-feira.
Roma tem dois domingos gratuitos por mês, e eles não são o mesmo domingo. O primeiro libera Coliseu, Panteão e Borghese e corta € 41; o último libera os Museus Vaticanos e corta € 25 — e é o único domingo em que eles abrem. Uma viagem de cinco dias pega no máximo um.
Paris passou a cobrar mais de quem não é europeu — e cada lugar faz isso de um jeito diferente. O Louvre cobra € 32 em vez de € 22 desde janeiro de 2026; Versalhes separa por € 3; a Torre Eiffel não separa nada. E a gratuidade de 18 a 25 anos dos monumentos nacionais vale só para quem mora na União Europeia.
A Alhambra tem dois preços oficiais para o mesmo ingresso: a lei da Junta de Andalucía diz € 21, o site do próprio monumento diz € 22,27 — e ainda avisa que a comissão se soma a isso. E a Catedral e a Capilla Real são gratuitas em quartas-feiras à tarde, por reserva num site da diocese que nenhum guia cita.
A taxa turística de Barcelona dobrou em 1º de abril de 2026 e já tem aumento marcado para 2027 e 2028: quatro noites num três estrelas são € 28 por pessoa, fora do quarto. E a semana tem três tardes grátis em três dias — Picasso na quinta, MNAC no sábado, Montjuïc no domingo —, que uma viagem de quinta a segunda pega todas.
O Parque do Caracol vende o mesmo bilhete pela metade a quem é gaúcho, na própria página oficial — e morador de Canela e Gramado não paga. E a taxa de turismo de Gramado foi revogada pela Câmara em abril de 2026: a Room Tax que aparece no check-out agora é voluntária.
O lado argentino das Cataratas não tem tarifa Mercosul: o brasileiro paga AR$ 60.000, cerca de R$ 198, como qualquer estrangeiro — e a bilheteria não aceita real em dinheiro. Do lado brasileiro, não há meia-entrada: idoso e estudante pagam os R$ 121 cheios.
A taxa ambiental barateia por dia até o 10º dia e dispara no 11º, que sozinho custa R$ 126,95 — mais que o primeiro. E são duas cobranças antes de qualquer passeio: em cinco dias, R$ 520,50 de TPA e R$ 192 de ingresso do Parque.
Em Bonito o preço é tabelado, mas quase nenhum atrativo o publica: em fonte oficial só a taxa ambiental e o Nascente Azul. E o morador paga menos da metade — a mesma flutuação custa R$ 374 ao turista e R$ 162 a quem mora em Bonito.
O brasileiro paga 2,4 vezes o que paga o peruano: a tarifa de 2026 vale para a Comunidade Andina, de que o Brasil não faz parte. E desde maio há mais S/ 11 de uma taxa ambiental adiada quatro vezes antes de começar.
O Palácio de Buckingham só abre por dentro no verão; no resto do ano, a única entrada é uma visita guiada de £ 100. E o brasileiro paga £ 20 de ETA antes do voo, bebê incluído. Em compensação, British Museum, National Gallery e Natural History Museum não cobram.
A Ilha do Campeche só libera o voucher 24 horas depois do pagamento, e não devolve nem com mar ruim.E as fortalezas da UFSC não cobram no último domingo do mês, de março a novembro. A praia, por lei federal, é de graça.
Nenhum destino encontrado. Ainda estamos no começo — a lista cresce toda semana.
Ferramenta
Calculadora de custos da viagem
Escolha as datas, quantas pessoas vão e em que tipo de hotel você pretende
ficar. Desmarque as atrações que não te interessam. O total se refaz na hora,
em cima dos preços que a gente apurou e datou — nada de estimativa.
Existe para as 28 cidades do site, cada uma na moeda do lugar.
92 pontos que não cobram entrada, em 28 cidades — e o que cada um cobra à parte,
porque “grátis” quase sempre tem uma vírgula depois: a praça é livre, subir ao arco
é pago; a feira é de graça, só no domingo. Cada linha leva ao ponto no guia, com a
fonte e a data.
Ingresso, o que fecha em cada dia, descontos, quando ir, como sair do aeroporto: 15 páginas que respondem uma pergunta só, com o número, a fonte e a data. Cidades com páginas assim, por enquanto: Rio de Janeiro, Lisboa, Fernando de Noronha, Machu Picchu, Foz do Iguaçu e Bonito.
Como apuramos
O que todo guia daqui traz
Onze campos por ponto turístico. Quando um dado não existe em fonte confiável, a lacuna fica escrita — não é preenchida com estimativa.
01Endereço completoE o ponto de referência para achar na rua
02Valor da entradaCom a data da consulta e o aviso de preço dinâmico
03Metrô mais próximoEstação e linhas, não só “fica perto de”
04Visitantes por anoCom o ano da medição e a fonte
05Menor visitaçãoE a temperatura média nesse período
06CuriosidadesVerificáveis, com origem
07Fatos históricosInauguração, arquiteto, o que mudou
08Dias em que não abreO erro mais caro em tempo de viagem