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VIAGEM NA LUPA

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Florianópolis

Oito pontos de Florianópolis com preço, horário e fonte conferidos em 7 de novembro de 2026 — e duas regras que os guias não contam: a Ilha do Campeche só libera o voucher 24 horas depois de o pagamento compensar, e não devolve nem reagenda, nem com mar ruim; e as fortalezas da UFSC não cobram no último domingo de cada mês, de março a novembro. A praia, por lei, é de graça.

Apurado por Allan Vitor · @viagemnalupabr (abre em outra aba)

A Ponte Hercílio Luz, ponte pênsil de 1926, ligando a ilha ao continente

Daniel Becher · CC BY 2.0 · via Wikimedia Commons · recortada

O que já está apurado e o que ainda falta

Os oito pontos abaixo têm preço, horário e endereço verificados em fonte oficial ou na página do próprio ponto, com a data da consulta ao lado de cada número.

O que ainda não está aqui: visitação anual, distâncias a pé e a fotografia de três dos oito pontos. As imagens entram à medida que encontrarmos material com licença que permita uso comercial.

E há 7 ressalvas escritas ponto a ponto, marcadas em vermelho ao longo da página: onde a fonte não existe, onde duas fontes divergem e onde o preço muda conforme a data. Preferimos oito pontos certos a doze meio certos, e é por isso que esta página cresce por camada em vez de nascer inteira.

O que cobra para entrar: Campeche e as fortalezas

A ilha com limite diário e regra sem devolução, e as três fortalezas do século XVIII que a UFSC administra — e libera um domingo por mês.

01

Ilha do Campeche

Ilha
R$ 15 taxa municipal; o barco é à parte e não devolve
Pedras arredondadas e água transparente na Ilha do Campeche, com a praia e o morro ao fundo

Rodrigo Soldon · CC BY 2.0 · via Wikimedia Commons · recortada

A regra que faz perder o dinheiro
Fonte: site oficial da Prefeitura de Florianópolis (ilhadocampeche.pmf.sc.gov.br), consultado em 7/nov/2026.
“Não é possível reagendamento ou restituição do valor pago.”
“A prefeitura não se responsabiliza por impossibilidade de visitação devido às condições meteorológicas ou de navegação.” E o próprio site pede: “Verifique a previsão do tempo antes de fazer a sua reserva!”
O voucher só é liberado 24 horas depois de o pagamento compensar. Quem descobre o Campeche no dia não entra no dia.
Quanto custa, e o limite
Tarifa oficial noticiada pela imprensa a reportagem do ND Mais de 18/01/2026 dá R$ 15 por pessoa de taxa municipal, emitida no site — o valor só aparece no site oficial depois do login. O barco é à parte, de uma das associações credenciadas que o site lista, e a mesma reportagem fala em R$ 185 a R$ 250 por pessoa. Não há tabela oficial do barco.
Limite de 800 visitantes por dia, com acesso das 9h às 17h, na mesma reportagem.
A ilha é tombada pelo IPHAN desde 2000 e virou Monumento Natural Municipal em 2025 — “a maior concentração de oficinas líticas e inscrições rupestres do litoral brasileiro”, diz o site.
Onde fica
02

Fortaleza de São José da Ponta Grossa

Fortaleza
R$ 20 grátis no último domingo do mês, de março a novembro
A muralha de pedra e a guarita da Fortaleza de São José da Ponta Grossa, entre árvores

Luluhgomes · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons · recortada

Valor da entrada
Fonte: página da taxa de visitação do Departamento das Fortalezas da UFSC (fortalezas.ufsc.br), consultada em 7/nov/2026, com os valores da Resolução Normativa nº 39/2026/CC, de 11 de junho de 2026.
Inteira: R$ 20,00. Meia: R$ 10,00 — estudante, professor da educação básica, doador de sangue de SC, entre outros.
Paga-se no site ou na portaria, em dinheiro ou PIX.
O domingo que não cobra
“No último domingo de cada mês, entre março e novembro, a visitação é gratuita para todo o público nas três Fortalezas administradas pela Universidade Federal de Santa Catarina.”
Em 2026 o último é 29 de novembro. Dezembro, janeiro e fevereiro — a temporada — não têm o dia grátis.
Dias e horários
Todos os dias, 8h30 às 18h30, inclusive feriados, com entrada até 18h. Fica na Praia do Forte, no norte da ilha, e se chega por terra.
Onde fica
03

Fortalezas das ilhas: Ratones e Anhatomirim

Fortaleza
R$ 20 portaria só aceita dinheiro; Anhatomirim fechada
Valor, e o dinheiro em espécie
Mesma fonte e mesma resolução: R$ 20 a inteira, R$ 10 a meia. Havia o ingresso duplo para as duas ilhas, a R$ 30.
Na portaria das ilhas, só dinheiro — “Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones: pagamento aceito apenas em dinheiro.” Ou pague antes, no site.
Anhatomirim está fechada
“Temporariamente fechada em virtude das obras no trapiche de acesso.” Em 7/nov/2026, só Santo Antônio de Ratones recebia visita entre as das ilhas — todos os dias, 8h30 às 18h30.
O barco não é da UFSC: “A UFSC não é responsável pelo traslado a essas ilhas”. O valor é de cada empresa náutica.
Onde fica

O que não cobra

As praias, que a lei federal garante de acesso livre, a ponte, o mercado e a Lagoa — só o barco cobra.

04

As praias

Praia
Grátis acesso livre por lei federal
As dunas da Praia da Joaquina vistas do alto, com o mar e os morros ao fundo

Amanda Likes · CC BY-SA 4.0 · via Wikimedia Commons · recortada

O que a lei diz
Fonte: Lei federal nº 7.661/1988, artigo 10: “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido”.
Ninguém pode cobrar para você pisar na areia — nem condomínio, nem beach club. O que se cobra é estacionamento, cadeira e guarda-sol, e isso é serviço, não acesso.
Onde fica
05

Ponte Hercílio Luz e Mercado Público

Centro
Grátis horários não achados em fonte oficial
A Ponte Hercílio Luz, ponte pênsil de 1926, ligando a ilha ao continente

Daniel Becher · CC BY 2.0 · via Wikimedia Commons · recortada

O que não cobra
A Ponte Hercílio Luz, a ponte pênsil de 1926, reaberta em 2019, se atravessa a pé sem pagar. O Mercado Público, no centro, também não cobra entrada — paga-se o que se consome.
Em maio de 2026 um vereador falou em cobrar visitação na ponte para a manutenção; não há projeto de lei, segundo o ND Mais.
O que não está publicado
Lacuna declarada não achamos em fonte oficial o horário da ponte para pedestres nem o do Mercado. O que circula é de matérias de 2019 a 2021, do tempo das obras.
Onde fica
06

Lagoa da Conceição e Costa da Lagoa

Lagoa
Grátis o barco da Costa da Lagoa cobra; fontes divergem
A Lagoa da Conceição vista do morro, com o casario à beira d'água

Rodrigo Soldon · CC BY 2.0 · via Wikimedia Commons · recortada

O que cobra e o que não
A Lagoa, o Centrinho e as dunas da Joaquina não cobram. A Costa da Lagoa, a vila sem estrada do outro lado, se alcança de barco, pela cooperativa que sai do Centrinho.
O preço do barco
Fontes divergem guias de viagem citam R$ 12,50 e R$ 15 por trecho, e R$ 2,50 para o morador cadastrado da Costa. Não há tabela oficial publicada; a própria cooperativa divulga horários pelo Instagram. Esta linha fica fora da conta.
Onde fica

Circular, e a conta da cama

O ônibus mais caro entre as capitais, com preço diferente para turista e para morador, e a hospedagem sem diária oficial — numa cidade sem taxa turística.

07

O ônibus, e o cartão de turista

Transporte
R$ 7,20 Cartão Turista; R$ 7,70 no QR Code
Quanto custa, e quem paga menos
Tarifa oficial noticiada pela imprensa a tarifa municipal subiu em 1º de janeiro de 2026 (ND Mais):
QR Code: R$ 7,70.
Cartão Turista: R$ 7,20.
Cartão Cidadão, do morador: R$ 6,20.
Linhas executivas: R$ 20.
É a passagem mais cara entre as capitais, e o turista paga R$ 1 a mais por viagem que o morador.
O dinheiro saiu do ônibus
Fontes divergem desde 5 de janeiro de 2026 o ônibus não aceita dinheiro — uma reportagem diz que em lugar nenhum; outra, que só nas bilheterias dos terminais. O Cartão Passe Rápido dá integração de três horas entre linhas.
Lacuna declarada não achamos o decreto da tarifa no site da Prefeitura.
08

Hospedagem, e a taxa que não existe

Conta, não lugar
sem dado oficial Florianópolis não cobra taxa turística
Por que não há diária nesta ficha
Lacuna declarada Nenhum órgão publica a diária média de Florianópolis. A regra desta casa é não estimar: a ficha mostra o total sem a hospedagem, e diz isso no rótulo — como em Gramado e Fortaleza.
A taxa que não existe
Florianópolis não cobra taxa turística de quem se hospeda. O que a cidade passou a cobrar, desde o fim de novembro de 2025, é o Selo Turismo Legal, de veículos de turismo: R$ 225 por ônibus sem pernoite, R$ 135 por micro-ônibus, R$ 105 por van (Brasilturis, 28/11/2025). Quem chega de carro ou de avião não paga.
Onde conferimos os preços de Florianópolis

Cada valor desta página traz, no próprio campo, a fonte e a data em que foi consultado. Nenhum número aqui vem de agregador de viagem ou de guia de terceiro sem que isso esteja dito.

Onde duas fontes divergiram, as duas ficaram na página. Não escolhemos a mais conveniente nem tiramos média — quando o número não fecha, quem decide com a informação completa é você.

Preço em moeda estrangeira fica na moeda em que é cobrado. É como a fonte publica, e o câmbio do dia da sua viagem não é o do dia da apuração.

Hospedagem

É, junto com a passagem, o maior gasto da viagem, e não entra nos preços desta página — depende das suas datas. A ficha de custos reúne o que se gasta no destino; a passagem fica de fora porque varia com a data e a cidade de saída.

Este link dá comissão ao site. Você paga o mesmo preço que pagaria indo direto, e a comissão não altera nenhum número do site. Como isso funciona.

Perguntas frequentes

O que mais se pergunta sobre Florianópolis

Quais pontos de Florianópolis não cobram entrada?

3 dos 8 pontos deste guia: As praias, Ponte Hercílio Luz e Mercado Público e Lagoa da Conceição e Costa da Lagoa. O que cada um tem de gratuito — e o que cobra à parte — está na ficha de cada ponto. Veja também os pontos que não cobram entrada em todas as cidades do site.

Qual é o ponto mais caro de Florianópolis?

Fortaleza de São José da Ponta Grossa, com entrada a R$ 20 — grátis no último domingo do mês, de março a novembro. É o maior valor publicado entre os pontos deste guia.

Quanto custa 4 dias em Florianópolis, por pessoa?

R$ 112,60, pela ficha de custos de 4 dias — com ingressos e transporte, sem a hospedagem, que a ficha não inclui, e sem passagem aérea. A calculadora da ficha refaz a conta com as suas datas.

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