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Roteiro de 4 dias em Florianópolis
Quatro dias de quinta a domingo, montados por duas regras: o voucher da Ilha do Campeche só é liberado 24 horas depois de o pagamento compensar — então o Campeche não pode ser o primeiro dia —, e no último domingo do mês, de março a novembro, as fortalezas da UFSC não cobram.
Apurado por Allan Vitor · @viagemnalupabr (abre em outra aba)
Roteiro de Florianópolis em 3 dias
Este roteiro tem 4 dias, e cada um fecha um bairro, uma região ou um bate-volta. Com menos tempo, corte dias inteiros, não pedaços — e confira o dia da semana antes de pular um: vários pontos fecham num dia fixo, e a ficha de cada um diz qual. Os 4 dias, na ordem:
- Quinta — o centro, e a reserva do Campeche
- Sexta — a Lagoa, a Joaquina e a Costa de barco
- Sábado — a Ilha do Campeche
- Domingo — o norte, e a fortaleza que pode sair de graça
O site oficial da Prefeitura: “Não é possível reagendamento ou restituição do valor pago.” E: “A prefeitura não se responsabiliza por impossibilidade de visitação devido às condições meteorológicas ou de navegação.”
O voucher é liberado 24 horas após a compensação do pagamento. Boleto leva dias para compensar. Reserve com antecedência — e com a previsão do tempo aberta.
Taxa municipal de R$ 15, limite de 800 pessoas por dia, das 9h às 17h (ND Mais). O barco é à parte, de uma das associações que o site lista.
O Departamento das Fortalezas da UFSC: “No último domingo de cada mês, entre março e novembro, a visitação é gratuita para todo o público.”
Nos outros dias, R$ 20. Dezembro, janeiro e fevereiro — a temporada — não têm o dia grátis. Em 2026, o último é 29 de novembro.
Nas fortalezas das ilhas, a portaria só aceita dinheiro; e Anhatomirim está fechada por obra no trapiche.
A passagem é R$ 7,70 no QR Code e R$ 7,20 no Cartão Turista; o morador paga R$ 6,20 (ND Mais, tarifa de 1º/jan/2026). O ônibus deixou de aceitar dinheiro em 5 de janeiro de 2026.
O Passe Rápido dá três horas de integração entre linhas — numa ilha em que quase tudo passa pelos terminais, isso conta.
Lei federal nº 7.661/1988, art. 10: “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar.”
Estacionamento, cadeira e guarda-sol são serviço. Pisar na areia não se cobra.
A hospedagem, sem diária oficial publicada.
O preço dos barcos — Campeche e Costa da Lagoa —, que cada associação define, sem tabela oficial.
Os horários da Ponte Hercílio Luz e do Mercado Público, que não achamos em fonte oficial.
O decreto da tarifa de ônibus: os valores vêm da imprensa.
Quinta — o centro, e a reserva do Campeche
Antes de tudo, reserve o Campeche no site da Prefeitura, para o sábado: o voucher só sai 24 horas depois de o pagamento compensar, e não há devolução — olhe a previsão do mar. Depois, o centro a pé: a Ponte Hercílio Luz, a ponte pênsil de 1926, se atravessa sem pagar, e o Mercado Público não cobra entrada. Para circular, o Cartão Turista — R$ 7,20 a passagem, contra R$ 7,70 no QR Code — e nada de dinheiro no ônibus.
Sexta — a Lagoa, a Joaquina e a Costa de barco
A Lagoa da Conceição e as dunas da Joaquina não cobram — e a praia, por lei federal, nunca. Do Centrinho sai o barco da cooperativa até a Costa da Lagoa, a vila sem estrada do outro lado: os guias citam R$ 12,50 a R$ 15 por trecho, sem tabela oficial, e a cooperativa publica os horários pelo Instagram. Volte antes do último barco.
Sábado — a Ilha do Campeche
Com o voucher em mãos, o barco de uma das associações credenciadas: R$ 185 a R$ 250 por pessoa, segundo a imprensa, mais a taxa municipal de R$ 15. O acesso à ilha é das 9h às 17h, com limite de 800 visitantes. A ilha é tombada pelo IPHAN e tem a maior concentração de inscrições rupestres do litoral brasileiro — as trilhas seguem as regras da equipe de monitores. Mar ruim não dá direito a devolução.
Domingo — o norte, e a fortaleza que pode sair de graça
A Fortaleza de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, abre todos os dias das 8h30 às 18h30 e custa R$ 20 — R$ 0 se este for o último domingo do mês, de março a novembro. Paga-se em dinheiro ou PIX. Quem quer uma das ilhas vai a Santo Antônio de Ratones, de barco de empresa náutica, com dinheiro em espécie para a portaria; Anhatomirim está fechada. A tarde é das praias do norte — de graça, por lei.
Os preços e horários deste roteiro são os mesmos da ficha de custos, apurados em 7 de novembro de 2026: a regra do Campeche no site oficial da Prefeitura, as fortalezas no Departamento das Fortalezas da UFSC, a lei das praias no texto federal. A taxa do Campeche, o barco e a tarifa de ônibus vêm da imprensa, porque o site da Prefeitura só mostra a taxa depois do login e o decreto da tarifa não foi achado; estão marcados. Nenhum valor veio de agregador de viagem.
Passagem e hospedagem
São os dois maiores gastos da viagem e nenhum dos dois entra nos preços desta página — cada um depende das suas datas. A ficha de custos traz a passagem mais barata que encontramos, com a data da apuração.
Estes links dão comissão ao site. Você paga o mesmo preço que pagaria indo direto, e a comissão não altera nenhum número do site. Como isso funciona.